Não sei ao certo, mas creio que foi pelo certo acidente banal dessa tarde, fez-me refletir um pouco o que sinto após tudo. O fato é que desde que nos separamos, o que mais me faz falta, não sei ao certo como expressar, faz falta-me um olhar prolongado, um sussurro malicioso, um sorriso bobo, um afago aparentemente eterno. Sinto falta de contar as narrativas do meu dia a alguém, de cada detalhe, por mais que nem fossem interessantes. Pois convenhamos, uma relação é feita dessas coisas minimalistas, que no momento é o que eu preciso reviver. Falando de modo extremamente clichê, depois que ele foi-se, acho que meu cotidiano perdeu todo encanto que havia adquiro, aqueles típicos dias sem cores. Não tendo mais a sensação de que a qualquer hora possa chegar um sms para me arrancar um sorriso, que a qualquer hora aja uma surpresa nessas andanças da vida, como um simples e grande abraço, duas ou três palavras, algo que marque. Anda tudo tão rotineiro, sem possibilidades de mudança aparentemente. Estou a ponto de escrever uma placa anunciando que neste coração precise de alguém que chegue e fique, que ame ao menos. Quero alguém que fale, mas que escute também, alguém que só a me encarar, me hipnotize, que não me mude, mas se for, que seja para melhor. Preciso de novas lembranças, ou melhor, momentos eternos, pessoas eternas se possível. O coração anda tão alimento pela solidão, que dá-me saudade até de momentos que nunca cheguei a viver, me ilude com qualquer passo, qualquer ato dirigido a mim, apegando-se tão facilmente a ‘qualquer’ pessoa. Anda maçante o dia-a-dia, quero novamente aquele amor clichê, dos momentos amáveis, dos sorrisos mais sinceros, aqueles romances da Disney, bem aqueles, mas sem final, que seja uma continuação para o outro filme (risos), mas não um final, mesmo sendo um feliz, que de todas as formas, seja sempre um recomeço, daquele doce sabor do recomeço, do inicio. Mas enfim, nem exigindo demais, que seja o simples e singelo, que nosso, que exista um “nosso” ao menos […]Fernanda Q. (vivendodeilusoes)


1 week ago (19/05) · 66 notes · reblog

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1 week ago (19/05) · 27,843 notes · reblog

originally downbutnotbutthurt · via ac-alma

Eu gostaria que ao menos uma vez você assumisse com seus compromissos. Admitisse  seus erros, ao invés de ignora-los e jogar a culpa toda para cima de uma outra pessoa. Você poderia deixar esse seu orgulho de lado, né? Isso não vai levar-te a lugar nenhum. Desculpas são bem vindas, depois de certas brigas bobas… Mas que machucam, sabe. Algumas no qual eu não tenho culpa nenhuma ás vezes; eu espero você vir até a mim e admitir pela primeira vez que estava errado e não irá deixar isso acontecer novamente. Mas, não. Eu tenho que assumir a culpa por algo que não cometi. Pois se esperasse você me pedir desculpas, coitada de mim; esse seu orgulho não te deixa né? Ele não larga do seu pé, fica sempre lhe prendendo e nos atrapalhando (…) Solte essas algemas que lhe prendem a esse orgulho e a outras coisas que estão sempre nos atrapalhando, não precisamos de nada, só agente juntos, basta. Vamos deixar certas coisas de lado, ok? Arrumar uma mala com poucas coisas, só o necessário, pois não preciso de nada quando estou contigo, só preciso de você e dos seus carinhos. Vamos deixar o ódio, orgulho, a tristeza, e outros sentimentos que não irão nos ser útil em casa. Levaremos conosco só o amor, o nosso amor; vamos tirar férias de tudo e todos, em uma ilha bem distante, onde eu possa acordar com seus beijos e dormir com os mesmos, sem me preocupar com nada. Apenas com quem irá ganhar aquela doce briguinha que todos casais tem, sobre quem ama mais.    perdidos-sonhos


1 week ago (16/05) · 206 notes · reblog

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2 weeks ago (11/05) · 150 notes · reblog
originally mesleysex · via mesleysex
“A pessoa certa não é a mais inteligente, a que nos escreve as mais belas cartas de amor, a que nos jura a paixão eterna ou nos diz que nunca se sentiu assim. Nem a que se muda para nossa casa ao fim de três semanas e planeia viagens idílicas ao outro lado do mundo. A pessoa certa é aquela que quer mesmo ficar conosco. Tão simples quanto isso. Às vezes demasiado simples para as pessoas perceberem. O que transforma um homem vulgar no nosso príncipe é ele querer ser o homem da nossa vida. O príncipe encantado não é o namorado mais romântico do mundo que nos cobre de beijos, e sim, o homem que nos puxa o lençol para os ombros a meio da noite para não nos constiparmos ou se levanta às três da manhã para nos fazer um chá de limão quando estamos com dores de garganta. Não é o que nos compra discos românticos e nos trauteia canções de amor no voice mail, é o que nos ouve falar de tudo, mesmo das coisas menos agradáveis. Não é o que diz amo-te, mas o que sente que talvez nos possa amar para sempre. Não é o que passa metade das férias conosco e a outra metade com os amigos. É o que passa de vez em quando férias com os amigos. O príncipe que sabe o que quer, é o melhor namorado do mundo, porque não é o que olha todos os dias para nós, mas o que olha por nós todos os dias.”
— Margarida Rebelo Pinto    (via psicologiafalida)

2 weeks ago (11/05) · 207 notes · reblog

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1 month ago (27/04) · 293 notes · reblog

originally pqogspn · via pqogspn

Eu disse a mim mesma que não olharia para trás, que o nosso suposto fim de suposto não tinha nada. Eu juro, disse a mim mesma que você não prestava e você é que não me mereceria, disse também que seu sorriso não é tão lindo assim, e que sua boca nem é tão rosada a ponto de me chamar em direção a ela, eu disse até mesmo que suas mãos eram ásperas quando nós sabemos que quando minha mão tocava a sua era mágica na certa. Nós tínhamos uma mágica chamada amor, você ao menos se lembra das vezes que você me chamava de mané e dizia que eu era a tua mané, eternamente? Eu me lembro dos pequenos detalhes, até do modo que você dizia que me amava demais e depois dizia “tá, idiota?”, eu me lembro. Acho que seu jeito moleque me deixava ainda mais apaixonada, mas hoje vejo que menino atrai e homem encanta. Eu tentei dizer a mim mesma que você é que nunca havia sido bom o suficiente, mas meu coração ainda precisa do calor que só o seu pode oferecer. Eu tentei me convencer de que nosso amor já não existia, mas ele ainda pulsa em mim. Eu acho que sinto falta é do antigo você, não da pessoa hipócrita que você é nos dias de hoje. Diz que ama quando seu coração é de pedra, chega a ser difícil de entender como é que você pode mentir tão bem com essa carinha de gato de botas. Mesmo você sendo o idiota de minha vida, aquele que quase me fez deixar de acreditar no amor, ainda fico nervosa quando lembro das nossas conversas melosas e do modo que eu sorria até com um oi mais feliz e chorava com um oi mal dado. Eu te amei desde sempre, você é que não quis que fosse para sempre. Eu me lembro do modo como tinha ciúmes, de como, as vezes, você se mostrava interessado em mim, pra valer. O que eu me lembro mesmo é dos teus eu te amo que me enchiam de borboletas no estômago. Hoje vejo que esses pequenos sinais; borboletas no estômago, escrever teu nome na contracapa do caderno, no pulso, sonhar de olhos aberto com você, não passaram de uma paixão louca. Amor é baseado na razão de sentir a paixão e querer eternizá-la, você nunca quis que fossemos eternos. E, talvez, tenha sido melhor assim. O vento levará tudo aquilo que sobrou de você em mim e eu terei forças para dizer “Eu o esqueci!. Carol. (cor-do-mar)


1 month ago (27/04) · 68 notes · reblog

originally cor-do-mar · via vestigios-poeticos

Eu fui esquecida, totalmente deixada de lado, por pessoas que prometeram para mim que jamais me deixariam só. Estou tão sozinha aqui, estou vivendo na solidão do meu quarto gelado e escuro, tento encontrar motivos para sair daqui, mas eles fogem, se escondem… Ou talvez apenas não tenha nenhum verdadeiro motivo para mim ser feliz. Felicidade? O que é isso? Coisa de comer? Um bicho? Ah sim, um sentimento, nossa mas esse sentimento é uma coisa rara né? Não? Mas como assim, eu não o encontro faz um certo tempo hein. Acho que esse sentimento tens medo de mim, tens medo de chegar perto dessa escuridão que invadiu meu eu. Será que a escuridão do meu eu és tão medonha que afasta as pessoas? Que afasta a felicidade? Ah felicidade, ando precisando de você mais que qualquer ombro amigo, ando precisando de um pouco de felicidade, e um pouco de amor próprio. Amor próprio é uma coisa rara também, na minha vida pelo menos, minha auto estima anda lá em baixo, quase no verdadeiro inferno. Nada mais nesse mundo faz sentido, ando com vontade de morrer e nascer de novo, ou talvez só morrer. Eu nasci no mundo errado, na época errada, tudo errado. Eu sou realmente toda errada, nada em mim é certo, eu sou uma complicação que só. Minha vida é um bicho de sete cabeças, eu sou um quebra cabeça, um quebra cabeça incompleto, que falta a peça mais importante, o coração do “jogo”. Quando você se foi, você levou essa peça tão importante, e que faz tanta falta… E com essa sua partida, você me mudou, e a felicidade se foi junto contigo, o amor próprio? Deve ter ido no “embalo” também. Tudo se foi junto contigo, você levou tudo que eu precisava para ser feliz, você se levou… Você se deixou ir, você se deixou partir, você me deixou aqui, sem consideração nenhuma, sem dar a miníma importância para meus sentimentos. Eu te amando mais do que qualquer pessoa que te amou na vida, e você nem se quer olhou para trás, apenas se foi, deu de ombros para o meu amor. Mas eu fui tola, fui tola de deixar essa escuridão invadir meu eu, sempre fui uma pessoa feliz, sempre mesmo, mas dei “mole” e ela me invadiu, e assustou a felicidade que logo menos foi embora. E o amor próprio, nem se quer pensou duas vezes, apenas se foi, e agora? O que eu me tornei? Apenas essa pessoa medonha e solitária.“ — c-olapso


1 month ago (27/04) · 398 notes · reblog

#feito pra mim  #;/  

originally c-olapso · via vestigios-poeticos

O teu silêncio machuca, sua indiferença dói. Me pergunto o que aconteceu entre nos, com os nossos planos e vontades, o que aconteceu com o nosso amor. Você poderia me responder? Ah é , você não se importa mais. Não como antes. Me diz se você ainda lembra de mim? Lembra de quando éramos felizes juntos? Você lembra por que razão dizia me amar? Lembra da nossa primeira conversa? Dos nossos “te amo”? Se um dia lembrar, me diz. Se não lembrar me diz também, mas me diz o logo. Por que sabe, eu ainda tenho esperança de tudo voltar a ser como era antes, e mesmo que eu veja que esteja fazendo errado ainda alimento essa esperança dentro de mim. Sei que não posso cobrar nada de você, mas eu sou idiota demais , estúpida demais, e mesmo que você não goste eu sempre vou te amar. Eu não quero admitir que a sua ausência dói. Dói tanto e você nem sente a minha falta, nem se importa… Desde quando você se foi não houve um dia se quer que eu sinta a sua falta. Não houve um dia se quer que eu não chorasse por sua culpa, por sentir saudades suas, por arrependimento, por angustia. Todos os dias eu revivia o passado, trazia as lembranças à tona. Não houve um dia se quer que eu não tenha lamentado ter te conhecido. Pode parecer mentira, mas é a mais pura verdade. Se eu não tivesse te conhecido seria tudo mais fácil, eu não sofreria tanto. Admito que fui muito feliz com você , e muito triste sem você. Se eu soubesse que seria assim te evitaria. Estaria poupando tanta dor, tanto sofrimento, tanta decepção — Poetisa Nostálgica


1 month ago (27/04) · 377 notes · reblog

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